Nova adutora vai normalizar abastecimento da parte alta

Considerando recursos já despendidos e os que estão sendo comprometidos agora, o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) está investindo em torno de R$ 1.1 milhão em duas obras relacionadas ao sistema de abastecimento de água. Os contratos foram assinados na noite de terça-feira, durante o programa Conexão Pública, na SEC TV Mogi Mirim.

Todos os investimentos estão sendo feitos com recursos do próprio SAAE. Um dos contratos se destina à construção de adutora de água bruta desde a estação de tratamento até o reservatório da autarquia, atrás do estádio do Mogi Mirim. Serão 4.700 metros de extensão, em tubulação de 300 milímetros de diâmetro.

A adutora vai melhorar o suprimento do reservatório localizado ao lado do Fórum, conhecido como cálice pelo seu formato, que abastece a parte alta da cidade, como Santa Cruz, Saúde e região do Jardim Maria Beatriz. A diretora do Departamento Técnico do Saae, Rosandra Ceragiolli Bronzatto, estima que a adutora esteja pronta e em funcionamento até outubro. A execução do serviço de implantação da adutora vai custar R$ 223 mil. A tubulação, adquirida anteriormente, custou R$ 450 mil. Rosandra prevê que, entre material e serviços, a execução de duas travessias da adutora sobre córregos custará mais R$ 150 mil.

As duas travessias serão executadas simultaneamente à construção da adutora, o que será feito por empresas diferentes. Somados todos os custos, a adutora de água bruta exigirá investimento em torno de R$ 770 mil. Da nova adutora sairá uma ramificação para os distritos industriais “José Marangoni” e “Luiz Torrani”.

Neste último, posteriormente será construído um reservatório de água de 1 milhão de litros, que abastecerá as empresas e as chácaras São Francisco e Sol Nascente. Com essa providência, o distrito de Martim Francisco também obterá melhoria no abastecimento de água. “Hoje, a estação de Martim Francisco serve também às chácaras Sol Nascente e São Francisco. Com a solução que vamos adotar, o sistema existente em Martim Francisco servirá exclusivamente à população do distrito”, enfatiza Rosandra.

Captação

O outro contrato assinado na noite de terça-feira prevê a construção da nova casa de bombas às margens da PCH (Pequena Central Hidrelétrica), no rio Mogi Guaçu, região da Cachoeira de Cima. Custará cerca de R$ 100 mil. A motobomba a ser instalada no local, para permitir a operação da segunda adutora de água bruta, é de potência de 1 mil cavalos de força e tem capacidade para captar 400 litros de água por segundo. A aquisição custou R$ 194.450,00.

 

 

                                 

 

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